Projecto Porto Bandeira Azul
O projecto Porto Bandeira Azul surge como resposta à falta de qualidade das praias portuenses ao longo destes últimos anos. Os critérios para obtenção de uma bandeira azul que classifique são bastante específicos. Mesmo a sua designação - “um galardão ambiental, atribuído às comunidades/concelhos que fazem um especial esforço na gestão dos seus ambientes costeiros efluviais e zonas balneares, respeitando o ambiente local e a natureza. Para receber a Bandeira Azul, acomunidade e a sua zona balnear têm de cumprir um conjunto de critérios que vão desde a informação e educação ambiental, à qualidade da água de banho e do ambiente costeiro, à informação, segurança,equipamentos e serviços” (Programa Bandeira Azul) explica isso mesmo.
Este ano, o Porto preencheu os requesitos e arrecadou uma Bandeira Azul com a praia do Homem do Leme. Mas no final de Julho esta foi retirada, após três análises aceitáveis de água seguidas. Para a manutenção da bandeira, só poderia obter até duas análises aceitáveis e a terceira teria de ter sido classificada como boa. O controlo da Bandeira é um processo contínuo, que se não for cumprido tem como consequência a sua retirada.
Mas não significa que a água esteja imprópria para banhos. Não cumpre somente a obtenção dos rigorosos critérios para ter a tão ambicionada Bandeira Azul, mas está hablitada a receber os que quiserem dispôr da praia.
O ano de 2009 esperemos, como diz Teresa Goulão, da associação Bandeira Azul, "que para o ano o Porto conquiste novas bandeiras azuis"
Os critérios são os seguintes:
Classificação como zona balnear: 14 classificações aceitáveis + 1 classificação má
Candidatura a Bandeira Azul: 12 classificações boas + 3 classificações aceitáveis + 0 classificações má
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Via Nun' Álvares
Mais outra batalha das nossas Freguesias. Com cera de 50 anos, depois de sucessivos executivos camarários, o projecto finalmente vai sair do papel.
A futura Avenida Nun’Álvares irá ligar a Praça do Império à Avenida da Boavista e terá uma extensão de um quilómetro e meio. Portanto, vai atravessar as nossas duas freguesias e criar novos espaços de lazer e habitação.
Da intervenção, que tem um custo total e global estimado em 17 milhões de euros, resulta uma área bruta de construção de 230 mil metros quadrados. Abrange, por outro lado, uma área de 34 hectares e cerca de 80 propriedades (de mais de 40 proprietários).
Após tantos anos na gaveta, o projecto demorou a sair. Mas agora, a proposta final reúne o consenso de todos. De projectistas, de arquitectos, de políticos, do cidadão. Esperemos que dentro de um ano e meio, as máquinas estejam a trabalhar como é ambição do vereador do Urbanismo da Cãmara Municipal do Porto, Mário Lino.
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